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Romeu Zema é cotado para ser pré-candidato do Partido Novo à Presidência.

Único governador eleito pelo Partido Novo, o nome de Romeu Zema não é descartado como possível indicado para disputar a vaga de candidato à Presidência da República. Segundo o presidente do Novo em Minas Gerais, Ronnye Antunes, essa possibilidade já havia sido pensada antes do desgaste causado pela intenção de indicar o deputado federal por Minas Thiago Mitraud.

“Outros diretórios estaduais já haviam sugerido o início da coleta de assinaturas para Romeu Zema, mas com a disputa Amoedo e Mitraud ficaram desmotivados. Pode ser que reiniciem a coleta de assinaturas, mas acredito que o governador não aceitaria”, disse. Ainda segundo Antunes, o diretório mineiro é favorável à candidatura de Zema à reeleição em Minas “para que os projetos de governo no estado sejam concluídos”.

Na avaliação do presidente do Novo em São Paulo, Alfredo Fuentes, a sigla tem que avaliar outras possibilidades. “O partido agora tem que fazer suas discussões internas e verificar se faz sentido termos um novo nome para candidatura ou se faz sentido não apresentarmos candidato e ficarmos só no âmbito estadual, no caso governador, senador, deputados estaduais e federais”. Mas, ele também não descarta que Zema seja sondado. “O Zema é um nome respeitado no partido como um todo. Acho que sempre o nome dele é lembrado. Mas, eu não posso dizer se haverá esse movimento e esse convite”.

Procurada, a assessoria de Romeu Zema não respondeu, mas ele já anunciou em outras ocasiões sua intenção de disputar a reeleição em Minas, inclusive, em coligação com outros partidos.

Novo convite

Outra possibilidade, segundo o presidente do diretório de Santa Catarina, Vinícius Loss, que coordenou o processo de coleta de assinaturas para o convite à Mitraud, é que o deputado federal ou o próprio Amoêdo sejam novamente convidados até o final do processo, cujo prazo termina em 1º de outubro deste ano. “Os mesmos nomes podem ser apresentados mais adiante. Isso é um reflexo de uma instituição que “não tem donos” e que incentiva a participação de mais pessoas na política”, avalia.

Amoêdo não descarta a possibilidade, mas disse que prefere não pensar nisso agora. “Agora é difícil pensar sobre isso. Eu acho que é melhor o partido ter essa liberdade e eu também. Aí tem que analisar o momento que for, qual é o cenário e eu não tenho pensado muito sobre isso”, disse.

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