Dois perigos iminentes que não podem esperar mais.

– O guarda-corpo da Ponte Quebrada, em frente à Escola Servita Regina Pacis, na Rua Dr. Olímpio Teixeira, Centro, à direita de quem entra para a Avenida Machado de Assis. Uma vistoria completa em todo o volume de guarda-corpo da Ponte, talvez seja necessária diante da frequência com que tem se danificado as ferragens e do trânsito intenso de pedestres no local, frequentemente.

– E o deslizamento/desmoronamento de parte do barranco, no alto da Rua Fervedouro, bairro Triângulo, logo após a esquina com a Rua Lacerdina, que sobe para o Campo do Carrapatinho. O desmoronamento ocorrido após forte chuva, no dia 08 de janeiro, tornou o local uma grande área de risco, totalmente sem nenhuma proteção e sinalização, sujeito a acidentar crianças, idosos, animais e automóveis, principalmente, à noite, quando a visibilidade é bem menor.

Moradores da parte de baixo, onde ocorreu o desmoronamento sofreram danos em suas residências com o volume de terra deslocado para suas casas e até hoje continuam em situação de risco.

O deslizamento ocorreu há 27 dias.

Supõe-se que a construção de uma pequena barreira de cimento foi uma tentativa de providência tomada pela Prefeitura, como proteção, para conter o volume de água naquele local e impedir novos deslizamentos.

Construíram uma barreira de cimento, na finalização do cruzamentos das ruas Fervedouro e Lacerdina, na tentativa de conter e desviar o fluxo de água da chuva, que desce do Carrapatinho, em direção ao desmoronamento – o que tem sido um transtorno para motoristas, devido a altura da barreira, que acabou se transformando em um quebra molas, fora de normas permitidas pela legislação para os automóveis.

Informação e fotos: Jornal da Cidade ONLINE

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