UFLA informa sobre medidas para prevenção da infecção pelo novo coronavírus.

A confirmação do primeiro caso de infecção pelo novo coronavírus (Covid-19) na cidade de São Paulo, divulgado pelo Ministério da Saúde na última quarta-feira (26/2), tem deixado a sociedade brasileira alerta quanto à sua possibilidade de propagação. Ainda que existam casos suspeitos em cidades mineiras, o médico infectologista da Universidade Federal de Lavras (UFLA), Silvio Augusto Corsini Menicucci, explica que não há motivos para pânico, mas esclarece que é imprescindível a adoção de medidas de prevenção por toda a comunidade.

Segundo o infectologista, os sintomas do novo coronavírus são semelhantes ao da gripe ou de um resfriado comum. “Usualmente causa febre, tosse e dificuldades respiratórias, mas pode causar também sintomas gastrointestinais”, explica. Caso a pessoa tenha tido algum contato com casos suspeitos ou viajado para países onde há casos confirmados de infecção e desenvolva os sintomas, é necessário procurar assistência médica imediata. “Ao dar entrada para atendimento, é importante a pessoa mencionar que possui esses sintomas e a possibilidade de contaminação, pois assim a triagem será feita com maior agilidade, e haverá o direcionamento do paciente para um espaço de isolamento enquanto aguarda a avaliação do médico”, orienta Silvio.

O exame para detecção do coronavirus (Covid-19) é feito a partir da coleta e análise de material da secreção respiratória. Segundo o médico, nem sempre há motivos para internação. “Tudo depende do nível de gravidade em que a pessoa dá entrada na unidade de saúde. Se apresenta sintomas leves e brandos e tem condição de realizar tratamento em casa, então será atendida e liberada para isolamento domiciliar. Mas se chega com quadro avançado e grave, é provável que seja encaminhada para internação.” Contudo, em caso de suspeita da doença, é fundamental que o paciente evite contato com outros indivíduos.

A transmissão do vírus se dá principalmente por contato com a saliva da pessoa infectada, por meio de espirros e tosses, mas é possível contrair o coronavírus também pelo contato com local contaminado. O infectologista orienta sobre a importância de uma rotina de prevenção. “Ao tossir ou espirrar, deve-se cobrir a boca usando o antebraço ou utilizar lenços descartáveis. Também é preciso higienizar constantemente as mãos com água e sabão ou álcool em gel.”

Como em toda infecção por vírus, crianças, idosos, gestantes e pessoas que possuem doenças que causam baixa imunidade estão mais vulneráveis à infecção e ao agravamento do quadro clínico. Por isso, os cuidados devem ser redobrados nessas situações.

 

Reportagem: Caroline Batista,  jornalista  –  bolsista Dcom/Fapemig
Imagens e edição de vídeo – Luiz Felipe Souza 

Medidas de prevenção no câmpus

A UFLA é uma comunidade universitária que recebe diversas pessoas de diferentes localidades regionais, nacionais e, até mesmo, internacionais. Entre as medidas de prevenção, a Pró-Reitoria de Planejamento e Gestão (Proplag) orienta aos chefes das unidades que façam solicitações ao Almoxarifado de necessidade de álcool em gel. No caso de identificarem banheiros e áreas de circulação comum com falta de sabonete líquido, pode ser notificada a ocorrência, por qualquer membro da comunidade acadêmica, por meio de formulário eletrônico, ou diretamente  à empresa responsável pela limpeza e manutenção dos banheiros (Adcon) por meio do ramal 1544.  Esses são itens essenciais para que a comunidade acadêmica possa manter os hábitos de higienização das mãos, necessários à prevenção de doenças virais.

A Coordenadoria de Prevenção de Endemias da Diretoria de Meio Ambiente da UFLA, em parceria com o projeto Minuto da Saúde, está atuando e buscando todas as medidas de prevenção e orientação necessárias ao público. Informações sobre as medidas de prevenção estão sendo divulgadas nas páginas oficiais do Minuto da Saúde no Facebook e Instagram (@projetominutodasaudeufla).

Os cuidados para prevenir a infecção pelo coronavírus incluem:

– evitar contato próximo com pessoas que sofrem de infecções respiratórias agudas;

– realizar lavagem frequente das mãos, especialmente após contato direto com pessoas doentes ou com o meio ambiente;

– utilizar lenço descartável para higiene nasal;

– cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir;

– evitar contato com as mucosas de olhos, nariz e boca;

– higienizar as mãos após tossir ou espirrar;

– não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos ou garrafas;

– manter os ambientes bem ventilados;

– evitar contato próximo com pessoas que apresentem sinais ou sintomas da doença.

Fonte: Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais

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