Construção de barraca para o Carnaval com forno a lenha põe em risco todo o acervo do Museu e Arquivo Histórico Municipal de Carangola

A construção de uma barraca para o carnaval bem em frente ao prédio onde se localiza o memorial Barbosa & Marques, o Museu Histórico Municipal e o Arquivo Histórico de Carangola põe em risco todo o acervo desses bens históricos e o prédio onde os mesmos se localizam.
A Barraca dotada de um forno a lenha bem próxima à porta de entrada desses patrimônios, sem quaisquer medidas de segurança e prevenção, coloca em risco de incêndio todo o rico acervo que contém essas entidades históricas. É preciso que medidas preventivas sejam tomadas  evitando-se uma tragédia e uma perda irreparável de todo acervo de nossa história. Um dos mais ricos acervos de Minas Gerais e o maior da região.


Fotos Colaboração A.M.

Fonte: O Combatente

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26 Comments on “Construção de barraca para o Carnaval com forno a lenha põe em risco todo o acervo do Museu e Arquivo Histórico Municipal de Carangola”

  • fernando c souza wrote on 8 março, 2011, 21:07

    nao concigo enteder como uma cidade que deixa sua propria prefeitura desabar,possa cobrar os cuidados por seu patrimonio historico e pelo que conheço e vivi tanto a sociedade quanto o poder publico nunca foram capazes de cuidar nem de seus proprios trazeiros a comesar pela sociedade arcaica que ate os anos 70 ainda concervava um clube que explicitamente se mantinha com um conceito erronio iguinorante preconceituoso no qual mantinha afro_descendentes so como funcioraris que so entravam para prestar trabalho. apartir daqui soltarei minhas farpas,

  • Tiago wrote on 8 março, 2011, 12:48

    Albino disse tudo.

  • Albino Neves wrote on 7 março, 2011, 18:02

    Caro João Carlos,
    Acho que a Liberdade em todos os sentidos deve ser exercitada, principalmente a de expressão, no entanto é sempre bom lembrar que toda Liberdade deve vir acompanhada de Responsabilidade, tendo em vista que Liberdade nada tem a ver com Libertinagem ou Irresponsabilidade. A diferença de sites como o seu e os órgãos de Imprensa constituídos é que no seu caso qualquer pessoa mesmo usando um pseudônimo, ou melhor, nome fictício pode falar o que quer se “eximindo” da Responsabilidade.
    Como vc sabe coloquei “eximindo” entre aspas, pois apesar de muitos acreditarem ninguém pode se esconder atrás do anonimato na rede tendo em vista que sempre será possível chegar-se ao autor.
    Bom mas isso é só um preâmbulo de minha colocação! Quero deixar claro para o tal “Luiz Claudio S” que tanto a Folha quanto eu como Jornalista nunca me escondi por trás do anonimato e muito menos deixei de falar a verdade – doa a quem doer – o que não isenta alguém que tenha ligação a mim quer por afinidade e/ou parentesco. Não pense o senhor ou qualquer outra pessoa que aqui expôs seu comentário que não questionei sobre a questão da colocação da barraca e forno naquele local. Lógico que sim! Porém o que não consta aqui são as informações que me foram passadas:
    – A intenção foi oferecer mais segurança ao local, evitar depredação e dar segurança às famílias carangolenses iluminando e protegendo o local; – Coisa que não era dado no passado!
    – Oferecer para as famílias carangolenses um espaço fora dos locais de grande agitação para alimentação com os filhos menores;
    – Com relação ao forno, foi informado que ele seria vedado (conforme o é), feito dentro dos moldes de segurança e o mesmo só entraria em funcionamento depois da aprovação do Corpo de Bombeiros (conforme ocorreu durante a vistoria daquele órgão);
    – Também foi argumentado que antigamente a área ficava impregnada pelo mau cheiro de urina e fezes humanas durante dias – face ao uso dos carnavalescos mal educados que faziam do local banheiro público;
    – Outro fato que pode ser observado e que não o era nos Carnavais passado é que toda a área do Carnaval de Carangola tem placas indicativas de extintores – e extintores visivelmente expostos – áreas de escape de pessoas em caso de emergência etc…o que a meu ver demonstra a preocupação da organização com a segurança dos patrimônios públicos e privados e das pessoas;
    – Também me foi informado que o forno foi construído por cima de uma proteção para evitar qualquer dano ao solo e que será retirado do local logo após o Carnaval e que os paralelepípedos retirados serão recolocados em seus devidos lugares;
    Diante do exposto e das precauções adotadas, as quais me parecem pertinentes pude constatar que os argumentos eram razoáveis e que mereciam crédito, fato que alias ainda não foi colocado neste site.
    Não quero aqui contra argumentar a senhora Amelinha, ou o Duda ou quem quer que seja sobre o assunto, mas mostrar que tudo tem dois lados e que a comunicação só é verdadeira e justa quando se ouve as duas partes.
    Não quero entrar em detalhes de que o ex-prefeito contratou uma firma incompetente para realizar o serviço e que depois da obra “concluída” a chuva invadiu o local danificando as paredes e comprometendo o acervo, muito menos que a prefeitura teve que pagar a outra empresa e mesmo usar seus funcionários para refazer o que já tinha sido pago. Também não quero ter que lembrar que os cuidados com o patrimônio público durante a gestão de Dona Amelinha não foi aquela maravilha muito pelo contrário, é só ver o estado que eles deixaram a Rodoviária de Carangola – verifiquem o telhado, a instalação elétrica e demais instalações – e olha que lá está instalada a Secretaria de Cultura do Município. E a Praça da Matriz que virou um “parque de diversão”, um centro comercial? E o Pontilhão de Ferro cuja “reforma” se constituiu em colocar um alambrado para impedir às pessoas de terem acesso à estrutura do mesmo? Lembro isso a título apenas de elucidação tendo em vista que nem tudo que brilha é ouro.
    Outro fato que merece ser reavaliado são as declarações de Dona Amelinha de que “Além do forno, uma barraca rústica de madeira pregada grosseiramente nas portas do imóvel. Já iniciada, a decoração do local com tiras de plástico esvoaçantes e pregadas nas árvores” ora estivemos no local e não constatamos o que ela afirmou e isso pode ser averiguado por qualquer carangolense.
    Pois bem espero que este comentário seja inserido e que caso alguém tenha alguma contradição ao mesmo possa entrar em contato diretamente comigo através do email ao qual envio este e autorizo colocar público e/ou através de meu telefone 32-3741-3445.
    Encerro com um pensamento de Ruy Barbosa para a reflexão de todos:
    “De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra; de tanto ver crescer a injustiça; de tanto ver agigantar-se o poder nas mãos dos maus; o homem chega a rir-se da honra; a desanimar-se da justiça e a ter vergonha de ser honesto”.
    Que Deus o Grande Arquiteto do Universo possa clarear todas as mentes a encontrar o caminho da justiça, do amor e do respeito ao próximo.
    Albino Neves – Diretor do Jornal Folha da Mata

  • antonio carlos wrote on 7 março, 2011, 17:48

    EM RELAÇAO A BARRACA COM FORNO A LENHA, ME DESCULPE TODOS MAIS VOCES ESTAO FAZENDO UMA TEMPESTADE NUM COPO DAGUA , O FORNO ESTA DO LADO DE FORA DO MUSEU , SE FOSSE ASSIM NAO PODERIA TER PADARIA NA RUA PEDRO DE OLIVEIRA , PO DA UM TEMPO AI ! OU ENTAO NAO TERIA FOGAO INDUSTRIAL NAS LANCHONETES DA RODOVIARIA, AI PESSOAL DEIXA DE PEGAR NO PE DAQUELES QUE QEREM FAZER ALGO POR GARANGOLA,JA QUE NAO QUEREM AJUDAR ENTAO NAO ATRAPALHAM.

  • Luma wrote on 7 março, 2011, 17:47

    Priscila queria,
    seu problema é de interpretação de texto. Em momento algum defendi a atual administração. Me referi a cara de pau do Sr. Eduardo e da Senhora Amélia em postar tais comentários. Se você observar bem (coisa que aparentemente não fez) me coloquei contra essa desastre que fizeram.
    Seja coerente com relação a politicagem. Se não sabe sequer interpretar um texto, não realize comentários irresponsáveis.

  • José G. Fernandes Jr. wrote on 7 março, 2011, 8:56

    Bom senso.
    A chave que evita confrontos e desastres. Nada mais que bom senso. Isso faltou às autoridades que permitiram a construção do forno tão próximo ao Museu. Tive a oportunidade de visitar o Museu em 2002, quando se situava à Rua Pedro de Oliveira, e fiquei satisfeito com o acervo que conheci. Fiz uma última visita em 2010 já no atual endere~ço, e me impressionou o salto quantitativo e qualitativo em termos de variedade e organização que, independente de quem está à frente da instituição, é um patrimômio cultural, logo, pertence à todos os cidadãos, principalmente aos carangolenses. E cabe à nós, cidadãos, reinvindicarmos nosso direito ao acesso à cultura. Peço às pessoas próximas à essas autoridades, e que estão lendo meu comentário, que esclareçam as implicações que a manutenção dessa situação pode acarretar. Autoridades envolvidas, revejam suas ações e tomem providências para sanar o problema. É o que o povo carangolense precisa de imediato.

  • Kássia wrote on 7 março, 2011, 8:14

    É isso aí! com certeza essa Luma é partidária e tá querendo fazer politicagem neste site. O ex-prefeito errou e pagou! A atual administração está errada em relação ao museu e arquivo e deve consertar o seu erro. E é somente isto que nós carangolenses queremos, independentemente de quem governe esta cidade. Que importância tem quem intermediou o comodato? O importante é que nosso museu é referência na região e merece mais cuidado por parte dos responsáveis por ele, e o dever do cidadão é cobrar desses responsáveis, não permitindo o descaso com a coisa pública, e uma das funções da imprensa é dar voz para que os cidadãos cobre de tais responsáveis e é tão somente isso que estamos fazendo aqui! Portanto, Luma, páre de politicagem!

  • Priscila wrote on 7 março, 2011, 7:43

    Luma, querida! Todos aqui, que estão postando, estão postando uma indignação diante de um ato contra o patrimônio local. Isso chama-se “consciência política”. Você insisti em ficar atacando as pessoas, é a única que fica atacando! Quer desviar de todo jeito a atenção das pessoas do forno e fazer isso aqui virar politicagem. Dane-se o ex-prefeito, dane-se o prefeito atual! Acorda menina! Ou menino! O problema aqui é sério! Pára de “inha”: fofoquinha, conversinha, futriquinha… Manifeste-se contra o que está errado: a barraca com forno. Pronto!

  • Luma Barcellos wrote on 7 março, 2011, 1:41

    Olha, a Dona Amelinha entrou na briga, rsrsrsr. Foi secretária do tal prefeito impugnado. Mas ela conta uma grande mentira. Quem intermediou o comodato foi o Lúcio Leoni, cidadão esse que ela esquece e tomou o crédito. Abraços!

  • maria morando wrote on 6 março, 2011, 21:34

    Concordo com todos os comentários e acho lastimável que a Sra. Luma tenha tentado desviar o foco do assunto. Onde estão os responsáveis por essa grosseira e inadequada postura  em relação ao nosso   patrimônio histórico? Aguardamos solução e retirada deste forno com urgência, é o que tem ser feito. Afinal estamos  aqui lutando pela preservação do patrimônio histórico da nossa cidade. Será que algum responssável pela barbarie não vai aparecer e tomar providências? Estamos aguardando ansiosamente

  • José Geraldo Tavares wrote on 6 março, 2011, 21:33

    Eu fui criado em Carangola e minha família mudou-se da cidade no final do ano de 1959. Fiquei surpreso com a falta de atenção aos registros históricos do município. Eu residi por anos na Rua do Barracão bem próximo da sede da Barbosa e Marques.
    Na sequência de fotos, na fileira de baixo a foto do meio mostra no fundo, um prédio mais alto. Se não me engano era ali a fábrica de macarrão onde trabalhei no ano de 1958.
    Sei da importância daquela empresa para a cidade. Se destruirem este conjunto de prédios a história de Carangola será aniquilada.

  • Luiz Claudio S. wrote on 6 março, 2011, 17:53

    Será que o SR. Jornalista Albino Neves, ira noticiar em seu jornal esta importante noticia? Ele que nos ultimos anos, vem se mostrado tão preocupado com o acervo patrimonial e cultural de nossas cidade com belas reportagens denunciativas sobre a Praça da Matriz, Terminal Rodoviario, dentre Outros? Ou ele será conivente com a atitude de seu filho, atual organizador e responsável pelo carnaval carangolense?

  • Amélia Maria Freitas Monteiro de Castro wrote on 6 março, 2011, 17:40

    Carangola, 04 de março de 2011.

    Ilmo. Sr. Ismael Rodrigues da Silva
    Secretário Municipal de Cultura
    Carangola MG

    Senhor Secretário

    Passando ontem pela Avenida Antonio Marques, fiquei estarrecida ao ver um forno de lenha construído em frente ao prédio que abriga o Memorial Barbosa & Marques, o Museu Municipal e o Arquivo Histórico de Carangola. Fui informada que naquele local está sendo montada uma Praça de Alimentação para funcionar nos dias de Carnaval

    Além do forno, uma barraca rústica de madeira pregada grosseiramente nas portas do imóvel. Já iniciada, a decoração do local com tiras de plástico esvoaçantes e pregadas nas árvores. O forno de lenha bem próximo da parede e da entrada principal do Museu, inundará de fumaça as paredes do prédio, as portas e certamente o interior comprometendo o acervo constituído de peças Históricas, Arte Sacra, Móveis, Quadros,Tapeçaria, Documentos, Objetos, Fotos, Botânica, Arqueologia, Mineralogia e o Memorial Barbosa & Marques, contendo documentos pessoais da família. Não descartando o perigo de incêndio causado por fagulhas junto a tanto material inflamável.

    A minha surpresa se baseia principalmente no fato de, com tanto espaço na Avenida Antonio Marques, tenha sido autorizada esta obra justamente em frente a um prédio construído em 1919, que abriga o maior acervo histórico da nossa região, o Arquivo Municipal, o Museu Municipal e o Memorial Barbosa & Marques, empresa que se estabeleceu em Carangola em 1915 – 96 anos – e em 2007, cedeu em comodato de 20 (vinte) anos, a sede administrativa da Empresa para a Prefeitura Municipal de Carangola.

    Como Secretária Municipal de Cultura , Esporte, Turismo, Lazer e Preservação do Patrimônio Histórico na gestão 2005 / 2010, tive uma participação muito significativa para obtenção deste Comodato. Gostaria de alertar V.S. e sugerir que o contrato seja lido e respeitado, não só pela seriedade com que foi redigido, como pelas clausulas nele estabelecidas como:

    CLAUSULA PRIMEIRA: O COMODANTE dá em comodato , o prédio situado à rua Antonio Marques , numero 231, antiga sede administrativa da Babosa & Marques com área……………………………………………………………………………………………………………….
    Parágrafo único: A planta baixa do referido imóvel, assinada pelas partes, faz parte integrante e inseparável do presente Comodato como anexo I ( ver planta baixa definindo a área da Empresa)

    CLAUSULA SEGUNDA:
    A finalidade do imóvel objeto do presente contrato é destinado prioritariamente à criação do “MEMORIAL BARBOSA & MARQUES”, criando ainda, no espaço cedido, abrigo para: O Museu Histórico………………………………………………………………………………
    Parágrafo Único: As atividades da Prefeitura ou atividades por ela permitidas, patrocinadas ou autorizadas não poderão , de nenhuma forma. impedir ou dificultar o

    acesso , o uso ou a operação nas áreas contíguas e também nos imóveis vizinhos ao imóvel objeto do Comodato.

    CLAUSULA TERCEIRA – DAS OBRIGAÇÕES:
    I – Compete ao Comodante efetivar a entrega do bem acima discriminado ao Comodatário………………………………………………………………………………………………………..
    II – Compete ao Comodatário: a fazer uso exclusivo do bem para os fins previstos sendo vedada a transferência para uso de terceiros……………………………………………..
    (Esta Praça de Alimentação está sendo explorada por quem? )

    CLAUSULA OITAVA : as partes ora contratantes convencionam que o Comodatário sujeitar-se-á às competentes ações possessórias em caso de descumprimento de quaisquer cláusulas deste contrato, em especial nos casos de mau uso do bem ou de sua utilização de acordo com o preconizado na CLAUSULA SEGUNDA supra.

    CLAUSULA DÉCIMA – O não cumprimento de quaisquer das clausulas deste instrumento, implicará em imediata rescisão, salvo motivos de força maior ou caso fortuito reconhecido pelas partes. Se houver necessidade de intervenção judicial, as despesas judiciais, bem como extrajudiciais correrão por conta exclusiva da parte que der causa à rescisão.

    Este contrato ficou arquivado na Secretaria Municipal de Cultura, e no Museu Municipal, em pastas específicas da Empresa Barbosa & Marques, assim como todos os documentos referentes à Cultura, por ocasião do meu afastamento em 06 de julho de 2010.

    Gostaria de saber se a empresa Barbosa & Marques , na qualidade de proprietária e locadora do imóvel e V.S, na qualidade de Secretário de Cultura e o atual gestor – responsável pela guarda dos bens públicos pertencentes ao Museu – foram consultados e deram autorizarão para a instalação destes equipamentos que colocam em grande risco , este importantíssimo acervo.

    Deixo registrado o meu desapontamento com a falta de sensibilidade e respeito de todos os responsáveis por esta iniciativa que demonstra uma total indiferença por todos que trabalharam para a criação e preservação do Arquivo Municipal, do Museu e do Memorial Barbosa & Marques, que guardam às tradições e constituem um grande patrimônio de Carangola.
    Anexo a planta baixa da área do Barbosa & Marques mencionada na Clausula Primeira e que faz parte integrante do contrato de Comodato

    Atenciosamente,

    Amélia Maria Freitas Monteiro de Castro

  • Ma.EmiliaFreitasdeCampos wrote on 6 março, 2011, 17:21

    Sou carangolense de nascimento e coração , e mesmo ausente estou sempre presente á tudo que acontece na minha cidade . É lamentavel o testemunho de incompetencia e insensibilidade dos gestores da coisa pública de Carangola!!!! A permissão para instalar uma oraça de alimentação (com forno a lenha) , justamente no Carnaval, á frante do Museu Municipal, Memorial do Barbosa &Marques e Arquivo Historico, merece todos os protestos de carangolenses ausentes, presente, e lucidos sem politicagem.

  • Graziela wrote on 6 março, 2011, 15:01

    Mas, afinal a barraca continua lá? Que irresponsabilidade! Visitei o museu em sua inauguração quando o Duda era diretor e senti muito orgulho de viver aqui. O museu e arquivo são resultados de anos de trabalho, de pessoas que amam Carangola. É crueldade ficar mexendo com ex-diretor do museu, o que tem que ocorrer é a solução do problema. Espero que isso não fique assim!

  • Luma Barcellos wrote on 6 março, 2011, 12:29

    Levando em consideração o fato, concordo que o problema é o forno e se observarem bem o meu comentário, fui contra e acho de extrema irresponsabilidade. Só achei hipocrisia por parte deste senhor, realizar tais comentários. Estão se manifestando por conhecerem o rótulo. Abraço á todos!

  • Alberto wrote on 6 março, 2011, 11:33

    Tenho acompanhado essa discussão sobre o tal forno. Acabei resolvendo postar pois achei muito pertinente os ultimos comentarios. O foco nao deve mesmo ser desviado. O tal forno foi mesmo colocado num local improprio, apesar de achar a ideia original, criativa e diferente do que temos visto em termos de locais para alimentação nos eventos em que participamos na cidade. É lamentável que as pessoas que ali trabalham, que tomam conta daquela espaço nao tenha tido uma postura. Cadê a secretaria de cultura, os diretores do museus? Foram coniventes ou nao tiveram força pra impedir tal situação?

  • Juliana Cardoso wrote on 5 março, 2011, 22:20

    Primeiramente, gostaria de parabenizar o artigo. A imprensa é uma forma que temos de chamar à atenção das autoridades para os nossos problemas, e espero realmente, que neste caso, os atuais responsáveis pelo museu, tome as devidas providências. Apenas, não entendi a postura de Luma Barcelos, pois, o foco do artigo é a construção da barraca com forno à lenha, que coloca em risco o museu. Contudo, ela parte para a agressão de uma pessoa muito respeitada dentro da comunidade carangolense pelo trabalho que realiza em termos de nosso patrimônio local, dando-nos a impressão que o objetivo é mesmo desviar a atenção do assunto principal. Além de disso, ela está mal informada, pois, o sr. Eduardo não precisa assegurar emprego algum, já que, ele é efetivo concursado na prefeitura e desde 1997 tem trabalhado em função do museu e arquivo. Sobre a abertura do museu, ela aconteceu em novembro de 2009, e, na ocasião o museu não tinha nenhum problema, inclusive antes de reabrir, o telhado passou por uma reforma completa. Sou professora de História, levei duas turmas para visitar o museu quando estava sobre a direção do sr. Eduardo e não vi nada jogado às traças, muito pelo contrário, o trabalho ali realizado, somente vi semelhante no Museu Imperial em Petrópolis. Antes de meus alunos entrarem no museu tiveram uma verdadeira aula sobre o entorno do museu, ou seja, a rua do barracão. Depois foram divididos em grupos e acompanhados por duas professoras, uma de biologia e a outra de história recebendo delas igual atenção. Terminada a visita, foram para uma sala, onde fizeram um trabalho sobre o museu. Lá, eles lancharam e ouviram uma palestra ministrada pelo diretor Eduardo Francisco Pimentel. Foi uma tarde muito produtiva. Ocorreu verdadeiramente aquilo que chamamos de Educação Patrimonial. Por favor, não devemos perder o foco sobre a notícia. O problema aqui é sério, e é tão somente a construção do forno, que poderia funcionar em outro local, e não na porta do museu, e, a senhora Luma deve informar-se primeiro antes de sair falando coisas que não conhece. A questão aqui, é política e não politicagem!!

  • Alexandre Moreira wrote on 5 março, 2011, 22:06

    Por favor, não devemos perder o foco sobre a notícia. A questão aqui é construção do forno e a conservação do patrimônio histórico. A caríssima Luma parece estar envolvida na permissão da construção do forno, para desvirtuar o assunto para o ex-diretor Eduardo Pimentel. Que se a prezada realmente conhecesse seu trabalho saberia de seu empenho e esforço na manutenção e conservação do Museu e do Arquivo de Carangola. E voltando ao forno, peço aos responsáveis pela barraca – já que não acredito que resolveria pedir aos responsáveis pelo carnaval – que não o utilizem, realmente, não vale a pena por a História e a Memória de Carangola em risco.

  • Kátia Amaral wrote on 5 março, 2011, 19:37

    Querida Luma, parece que quem não está sendo imparcial é vc. Deveria conhecer a história desse museu e do seu ex-diretor, antes de sair falando besteiras por aí. O museu precisa apenas de alguns reparos que não deu tempo do sr. Eduardo providenciar devido a troca de direção. Quando o museu estava na Pedro de Oliveira, realmente estava lastimável, mas graças ao trabalho do sr. Eduardo é que o museu hoje é referência em nossa região. Não conheço outra pessoa dentro de Carangola mais qualificada para o cargo de direção deste museu.

  • Luma Barcelos wrote on 5 março, 2011, 15:55

    Concordo plenamente com a irresponsabilidade e a infelicidade desta terrivel barraca. O que os leitores não saber que o Sr. Eduardo Pimentel (Duda), ex-Diretor do Museu, não conseguiu assegurar seu empreguinho devido á cassação do excelente prefeito Fernando Costa, deixou o Museu em estado lastimável e não cuidou do forro e do telhado do prédio, sendo que o mesmo Ex-diretor precisava inaugurar as pressas o novo museu. Não sabem também que o Arquivo Histórico estava jogado ás traças e agora vem plantar de salvador da pátria. Pudera! Com relação ás nossas autoridades isso é uma vergonha! Espero que publiquem e demonstrem imparcialidade neste site!

  • Guilherme Feitosa wrote on 4 março, 2011, 17:53

    Sou carangolense, apesar de ter saido daí pequenininho e hoje moro em SP, guardo em minha memoria so coisas boas daí: o querid jardim de infancia, minhas brincadeiras proximo ao banco dos malandros e mesmo pequeno dos grandes carnavais na pedro de oliveira. Fico muito triste ver o descaso das pessoas, que fecham os olhos para coisas que parecem insignificantes, mas que nao verdade nao sao. Não teriam outro local para fazer essa barraca?Vamos preservar nossa historia, ela é linda!

  • Mirian Peixoto wrote on 4 março, 2011, 14:11

    Isso é inadmissivel
    Precisamos preservar nosso patrimonio e nao destrui-lo, coloca-lo em risco
    Onde estao nossas autoridades?

  • Eduardo Pimentel wrote on 4 março, 2011, 14:09

    Indignação
    Será que o responsável, digo “irresponsável” que autorizou a construção, sabe que existe um acervo de documentos com mais de 200anos de história de toda região? Sabe que existem mais de 22mil artefatos arqueológicos de 700 anos ? Sabe da existência de um acervo de objetos que contam a historia da nossa região? sabe que prédio é histórico de 1919 e que se acontecer qualquer foco de incêndio é quase que impossível de salvar alguma coisa? Sabe que onde foi autorizado a construção das barracas não pertence ao poder publico e sim a empresa Barbosa e Marques? será que a empresa autorizou a construção?
    E o conselho do patrimônio sabe qual é a função deles na preservação do patrimônio?
    Se acontecer alguma coisa, quem será o responsável???????
    Alguém sabe????
    oba, oba, tudo é Carnaval…

  • Leonardo Souza wrote on 4 março, 2011, 11:53

    Onde está o Conselho do Patrimonio Historico? Cadê o Ministério Público? Vejam o exemplo recente acontecido em Divino onde o Conselho atuou de forma firme e segura. Ou seria o Conselho do PAtrimonio de Carangola formado por pessoas ligadas a Prefeitura que fazem vista grossas? Precisamos de respostas urgentes antes que seja tarde como aconteceu com a nossa Prefeitura

  • anderson teixeira wrote on 4 março, 2011, 9:25

    É de suma importância preservar a história de nossa cidade.A juventude de hoje(sem perspectivas de futuro nenhum,nessa cidade)precisa saber,que carangola “um dia’,já ‘teve’.Hoje em dia…..só lembranças…só memória.Feliz,nós que pudemos desfrutar da até então,(na época)Princezinha da Zona da Mata.

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