Carangola participa da 10ª Conferência Estadual de Assistência Social.

A SEDESE e CEAS (Secretaria de Desenvolvimento Social e Conselho Estadual de Assistência Social realiza a 10ª Conferência Estadual de Assistência Social) no Hotel TAUÁ em Caetés-MG com em torno de 900 participantes. A Conferência debateu a Assistência Social em Minas Gerais com o tema a Gestão e o Financiamento para a efetivação dos SUAS (Sistema Único da Assistência Social). Foram debatidos em 20 grupos os avanços e os desafios da A.S, recomendações para o Estado e União; o financiamento obrigatório dos entes Federação, Estado e Município na ordem de 5% do orçamento, já na Câmara dos Deputados a PEC 431- 2001, que precisa ser votada, afinal são 12 anos de espera, e a Assistência Social trabalha sem os recursos devidos e com serias dificuldades de utilizar o que estão depositados nas contas.

Estivemos representando Carangola Nadir, Assistente social do centro de referência da Assistência Social (CRAS) e Marilene Marinho da Sociedade Civil, Conselheira Municipal da Assistência Social (COMAS), nos dias 16, 17 e 18 de outubro deste ano.

Opinião: A Conferencia Municipal, Estadual e Federal, são momentos fortes de controle social e participar de decisões de uma política pública é exercitar a cidadania amplamente e também a caridade, na sua essência. Quando na conferencia, observei que não se sente somente envolvimento mas comprometimento com as pessoas, especialmente as que vivem em risco e vulnerabilidade social. Definir ações dos governos,  priorizar propostas em que esta política esteja, de fato, buscando soluções para problemas aflitivos na nossa sociedade. É preciso trabalhar duro e comprometidamente, negociar com o governo municipal fazendo-o entender, compreender e e comprometer-se com esta política e outras também. O município precisa dar conta e prestar conta a sociedade, e enviar-nos a Conferência, é um início, cumprir o estabelecido é prioritário, ter trabalhadores da Assistência Social é essencial. Infelizmente Carangola, é o município representado na Conferência que paga o menor salário aos técnicos da assistência social, isto é, no mínimo, uma contradição para nós, com tantos problemas de pobreza, miséria, riscos e vulnerabilidade sociais que tem os excluídos e que afetam toda sociedade.

Temos que assumir nossas dificuldades, enfrenta-las e ser de fato cidadãos.

Informação e fotos: Marilene de Assis Marinho.

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