Cadeia Pública de Manhumirim é assumida pela Suapi e se transforma em Presídio Regional de Manhumirim

cadeiaA Suapi, Subsecretaria de Administração Prisional assumiu a cadeia pública de Manhumirim nesta quarta-feira, 13 de Novembro. No dia anterior, uma reunião foi realizada na Delegacia de Manhumirim, com a presença de várias autoridades, representando os poderes, Executivo, Dra. Raquel Gomes Pop Moreira, Procuradora do Município, representando a Prefeita, Darci Braga; Legislativo, Dário Veiga, Presidente da Câmara de Vereadores; Judiciário, Promotora de Justiça, Dra. Vanessa Evangelista; Juíza de Direito, Dra. Elimar Boaventura Condé Araújo; Tenente Amilton, comandante da Polícia Militar de Manhumirim, representando o Capitão Rogério Fernandes, Comandante da 29ª Cia de Polícia Militar; Sargento Alves; Dr. Engel Rebolças, Delegado de Polícia da Comarca de Manhumirim; Dr. Wellington Moreira de Oliveira; Delegado Regional de Manhuaçu; Luciano Silva, Presidente do Consepe, Conselho de Segurança Pública de Manhumirim; Renata Elisa, Presidente da APAC; Uéllison Jr. do Nascimento, Assessor Geral da Prefeitura de Manhumirim; entre outras autoridades.

Grande conquista
Os presentes na reunião e os ouvintes da Rádio Manhumirim ficaram felizes com a implantação da Suapi. A prefeita Darci Braga, não pode estar presente, mas, agradeceu em entrevista ao Deputado Estadual, Bráulio Braz, que muito lutou para que a Comarca de Manhumirim fosse beneficiada.
O Diretor Geral da Suapi, Dr. Leonardo Caetano esteve explanando para os presentes como funciona a Suapi, relatando como os pontos positivos, as mudanças, procedimentos e os investimentos que serão realizados.  Dr. Leonardo também concedeu entrevista ao repórter, Valdir Vieira, que esteve presente na reunião.  Visando informar ainda mais a população de Manhumirim, Dr Leonardo Caetano esteve também participando ao vivo do Programa Geraldo Jr; líder de audiência na região pelas ondas da Rádio Manhumirim. Segundo Leonardo Caetano, a implantação da Suapi gerou 32 empregos diretos. 25 Agentes Penitenciários masculinos e 07 Agentes do sexo feminino. Ainda trabalharão na Unidade Prisional, uma Assistente Social, uma psicóloga, uma Enfermeira, dois Técnicos de Enfermagem e um Analista Técnico Jurídico.

O que é Suapi e como funciona

A Subsecretaria de Administração Prisional (Suapi) é responsável por gerir 27.965 vagas em 128 unidades prisionais de Minas Gerais, entre complexos penitenciários, penitenciárias, presídios, casas de albergados, hospitais e centros de apoio. Além disso, o Estado mantém 2.497 vagas em Associações de Proteção e Assistência aos Condenados (Apac).
Uma das metas do governo é absorver, no sistema prisional, todos os presos que estão sob a custódia da Polícia Civil. A medida permite a liberação dos policiais civis e militares para o cumprimento de suas funções constitucionais de investigação e policiamento ostensivo. Para isso, há assunções de cadeias públicas – quando a Suapi passa a administrar o estabelecimento, que passa por uma série de reformas estruturais e operacionais –, construção e ampliação de unidades.
Para se ter uma ideia, até o final de 2002, o Estado contava com 5.381 vagas prisionais distribuídas em apenas 17 unidades. Hoje, cerca de 80% dos presos de Minas Gerais (aproximadamente 40 mil) estão sob custódia da Suapi.
No entanto, não basta ampliar a capacidade do sistema prisional. A modernização e humanização também são pilares da política desenvolvida por Minas Gerais. As novas unidades, já construídas, dispõem de instalações para administração, cozinha, lavanderia, padaria e consultórios dentários, médico, psicológico, jurídico e de assistência social. Possuem também coleta seletiva de lixo, estação de tratamento de esgoto, área verde e câmeras de monitoramento.
A transferência da administração das carceragens da Polícia Civil para a Secretaria de Estado de Defesa Social (SEDS) também permite a implantação do programa de ressocialização dos presos, principalmente com a oferta de estudo e trabalho. Atualmente, cerca de 4.500 presos estão matriculados em escolas regulares, nas várias modalidades de ensino (à distância, via telecurso, educação de jovens e adultos ou presenciais), por meio de um convênio com a Secretaria de Estado da Educação (SEE).
Além disso, cerca de 12 mil presos trabalham em várias atividades, seja em oficinas montadas nas unidades ou dentro das empresas que têm convênio com o governo de Minas. O trabalho não só tira o detento do ócio, como lhe assegura outros benefícios, como pagamento de salário e redução na pena de acordo com os dias trabalhados: para cada três dias o preso tem sua pena reduzida em um dia.

Valdir Vieira – Repórter – Assessoria de Comunicação – Prefeitura de Manhumirim

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